Activistas africanos debatem Direitos Civis no hemisfério sul

Activistas africanos debatem Direitos Civis no hemisfério sul

Jovens activistas e académicos de África, Ásia e América Latina, participam, no Brasil, num colóquio internacional com o objectivo de aperfeiçoar o entendimento mútuo sobre direitos humanos no Hemisfério Sul.

Em debate estão os desafios para actuação das organizações do sul no processo de reforma da ONU, o novo Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas e o Sistema Africano de Proteção dos Direitos Humanos.

A moçambicana Yveth Saloq, advogada do Centro de Práticas Jurídicas da Univeridade Eduardo Mondlane, falou à Rádio ONU sobre a situação dos Direitos Humanos em Moçambique:

“No espaço em que eu trabalho que é assistência voluntária, já se fez um grande trabalho. Nós estamos a atender a todos os presos que estão nas cadeias na cidade de Maputo, no sentido de tentar descongestionar as prisões. E nós recebemos uma ajuda da Unicef, e da União Europeia, para esse trabalho”.

Yveth Saloq destaca as conquistas moçambicanas no campo dos direitos humanos:

“Muito se vê na luta contra as violações do que próprio violações. A sociedade está muito desperta para evitar e denunciar as situações de violação dos direitos humanos. Há uma grande luta visível nesse sentido”.

O Colóquio Internacional, criado em São Paulo, Brasil, em 2001 é realizado anualmente, e tem sido uma oportunidade de capacitação e trabalho em rede entre activistas de direitos humanos.