Itália recebe 830 migrantes africanos que fugiram da Líbia BR
830 pessoas chegaram à ilha italiana Linosa nos últimos dois dias para escapar da violência política no país norte-africano; eles devem ser transferidos para a Sicília.
830 pessoas chegaram à ilha italiana Linosa nos últimos dois dias para escapar da violência política no país norte-africano; eles devem ser transferidos para a Sicília.
Nos três países que está a visitar, o responsável da agência da ONU verifica como estão a ser desenvolvidas as estratégias para o cumprimento dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio.
Civis estão encurralados pelos combates entre as forças rivais no oeste do país; a OIM considera a situação muito difícil, porque não há abrigos, água ou cuidados de saúde para todos.
Agências de notícias informam que encontro, presidido pelo premiê britânico, David Cameron, está analisando próximos passos no país norte-africano.
Emissoras que promoverem a participação infantil na mídia também receberão prêmios.
O Escritório de Ajuda Humanitária, Ocha, diz que estão a piorar as condições nos centros de acolhimento, onde encontram-se milhares de sobreviventes do tsunami.
Agência da ONU ficou satisfeita com progressos no terreno, mas pede intervenção concertada para resolver problemas da região.
O Escritório de Ajuda Humanitária, Ocha, informou que condições de higiene estão piorando; locais concentram milhares de sobreviventes do tsunami e do terremoto de 11 de março.
No total, maiores baixas ocorreram em Malta, Grécia e Itália, mas Alemanha, Suécia e Dinamarca registraram aumento no número de solicitações.
Irina Bokova pediu ainda a libertação de todos os jornalistas presos na Líbia.