Ajuda humanitária

Moçambique: famílias separadas pela violência precisam de ajuda urgente

A Agência da ONU para Refugiados, Acnur, disse que o número de pessoas deslocadas pelos recentes ataques no norte de Moçambique continua a aumentar. Desde 24 de março, mais de 19 mil pessoas fugiram de Palma para as cidades de Nangade, Mueda, Montepuez e Pemba. Quase 700 mil pessoas, principalmente mulheres, crianças e idosos, estão deslocadas internamente no norte de Moçambique, como resultado de ataques e violência recorrentes por grupos armados não estatais desde outubro de 2017.

Agências da ONU apoiam pessoas que fogem da violência no norte de Moçambique
BR

Agências da ONU têm trabalhado tanto com os deslocados internos como com as comunidades de acolhimento à medida que o conflito se intensifica; até o momento, os ataques já deslocaram mais de 668 mil pessoas.

Dois anos do ciclone Idai em Moçambique

Esta segunda-feira, 15 de março, marca o segundo aniversário do ciclone que atingiu o centro de Moçambique afetando cerca de 1,8 milhão de pessoas e causando mais de 600 mortes. Em mensagem de vídeo, em português, o secretário-geral da ONU, António Guterres, reiterou a solidariedade das Nações Unidas para com o povo e o governo moçambicanos.

Repensando os sistemas alimentares

Para acabar de vez com a fome, é importante repensar os sistemas alimentares, como a produção, a distribuição e o consumo. E criar soluções inovadoras e sustentáveis. Saiba mais nesse vídeo da ONU Brasil.

Programa Mundial de Alimentos usa drones para responder a desastres de forma rápida e precisa

O Programa Mundial de Alimentos, PMA, usa drones para avaliar e responder a desastres de forma rápida e precisa. Drones ajudam no combate à fome realizando operações de busca e resgate, mapeando danos após um desastre e monitorando inundações antes de tempestades. Saiba mais nesse vídeo traduzido pela ONU Brasil.

OIM em Moçambique fala dos desafios da ajuda humanitária aos afetados pelo ciclone Eloíse

A Organização Internacional para as Migrações, OIM, em colaboração com Governo de Moçambique, outras entidades das Nações Unidas e parceiros oferece resposta humanitária aos afetados pelo ciclone Eloíse no centro do país. A líder do grupo de saúde da OIM na Beira, Angélica Sitoe, revelou por que a situação de saúde merece primazia nas ações de auxilio.

Representante do Unfpa em Moçambique fala da proteção aos afetados pelo ciclone Eloíse

O Fundo das Nações Unidas para a População, Unfpa, uniu-se aos esforços liderados pelo Governo de Moçambique para avaliar os danos causados pelo ciclone Eloise na área central do país. A representante da agência em Moçambique, Andrea Wojnar, disse à ONU News em Maputo que as mulheres não param de dar à luz e os riscos de violência baseada no gênero aumentam durante situações de emergência como conflitos e desastres.