Agência da ONU marca Dia de Zero Discriminação promovendo dignidade BR
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, Unaids, pede aos países que acabem com leis consideradas discriminatórias que impedem liberdades e direitos fundamentais.
Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids, Unaids, pede aos países que acabem com leis consideradas discriminatórias que impedem liberdades e direitos fundamentais.
Alta comissária Michelle Bachelet abre 49ª sessão do Conselho de Direitos Humanos alertando que pelo menos 102 civis foram mortos no país; 422 mil ucranianos já fugiram; secretário-geral da ONU, António Guterres afirma que direitos humanos estão sob ataque no mundo todo.
Escritório de Direitos Humanos lembra que ação militar na Ucrânia viola a lei internacional e já há relatos de civis entre as vítimas ; promotor do Tribunal Penal Internacional declara que TPI poderá exercer sua jurisdição e investigar crimes de guerra e contra a humanidade cometidos em território ucraniano desde 2014.
Durante visita à RD Congo, subsecretário-geral da ONU para Operações de Paz, Jean-Pierre Lacroix, afirmou que Nações Unidas e autoridades do país devem cooperar para garantir segurança na parte leste do território congolês.
Relatório do Escritório de Direitos Humanos da ONU aponta que alguns projetos têm causado danos sociais e ambientais; iniciativas devem evitar contribuir com planos que ferem direitos fundamentais; vítimas têm de ser indenizadas.
Filippo Grandi, alto comissário da ONU para Refugiados, afirma que agressões e tratamento cruel já resultaram até em mortes; agência entrevistou milhares de migrantes no continente europeu, que foram humilhados, ameaçados e intimidados.
OMS e OIT lembram que mesmo antes da pandemia, profissionais do setor já corriam maior risco com infecções, doenças musculares, assédio e síndrome do esgotamento; menos de um entre seis países tem políticas nacionais sobre segurança de trabalho na saúde.
No Dia Mundial da Justiça Social, ONU promove o trabalho decente; diretor da OIT menciona grande divergência criada pela pandemia de Covid-19, com aumento das divisões econômicas e sociais.
Em nota, diretora geral da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura, Audre Azoulay, condenou o crime; repórter estava recebendo ameaças de morte.
Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura afirma que é necessário US$ 130 milhões para ajudar pelo menos 1 milhão de pessoas em insegurança alimentar e resgatar atividade agrária na região; entidade afirma que mais uma seca em países como Quênia, Etiópia e Somália teria consequências catastróficas causando mais de 20 milhões de vulneráveis.