20 julho 2018

Uma parceria entre a Sociedade Brasileira de Medicina Nuclear, Sbmn, e a Agência Internacional de Energia Atômica, Aiea, vai formar médicos lusófonos.  Juliano Cerci é o presidente da associação e fala dos benefícios para profissionais de saúde de países africanos de língua portuguesa e latino-americanos.

Cerci revela que a nova iniciativa pretende aumentar oportunidades para formar profissionais de medicina nuclear. É o primeiro acordo deste tipo assinado na América Latina e formaliza a colaboração entre a Sbmn e a Aiea, que já trabalhavam juntas.

O presidente da associação explica, nesta entrevista com a ONU News, como o novo acordo vai permitir intercâmbios entre brasileiros e cidadãos de outros países.

 

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