Cobertura da ONU News sobre a Covid-19
O surto foi notificado, primeiramente, em Wuhan, na China, em 31 de dezembro de 2019.

Esta seção traz informações e diretrizes sobre a Organização Mundial da Saúde e as Nações Unidas a respeito da nova cepa do coronavírus (2019-nCoV), registrada em Wuhan, em dezembro.  Acesse aqui para atualizações diárias. A OMS está atuando de perto com especialistas, governos e parceiros para levar conhecimento científico e informações ao maior número de pessoas. A agência também quer rastrear a disseminação e a virulência da Covid-19 para fornecer aconselhamento aos países e indivíduos sobre as medidas a tomar na proteção da saúde e na prevenção do vírus.

Estudo alerta para altos níveis de depressão entre trabalhadores de saúde da América Latina
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Pesquisa liderada pela Organização Pan-Americana da Saúde, Opas, revela que muitos desses profissionais têm pensamentos suicidas; pandemia está por trás da situação; avaliação envolveu médicos e enfermeiros em 11 países da região. 

OMS recomenda dois novos tratamentos para Covid-19
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Inibidores da Janus quinase mostraram auxiliar na sobrevida e reduzir necessidade de ventilação de pacientes com casos graves ou críticos de Covid-19; nova recomendação é baseada em sete ensaios, envolvendo mais de 4 mil pacientes; agência reforça que plasma convalescente, ivermectina e hidroxicloroquina são contraindicados. 

Vacinar crianças pode ajudar a diminuir a transmissão, diz representante da OMS
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Em países com baixa cobertura vacinal, a prioridade não deve ser os menores de idade; pediatra e diretora-geral-adjunta para Medicamentos e Vacinação da agência da ONU destaca que na maioria dos casos, crianças entre 5 a 11 anos infectadas pelo coronavírus desenvolvem casos leves da doença.  

 

Casos de Covid-19 causados pela Ômicron começam a estabilizar na África
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Situação acontece após alta de seis semanas na quarta onda da pandemia no continente; o sul, onde houve grande subida de novos casos, já registrou queda de 14% das infecções; nova variante é dominante em Cabo Verde.  

 

Casos de Covid-19 no mundo sobem 55%; OMS recomenda adaptação das vacinas
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Durante os dias 3 e 9 de janeiro foram reportados 15 milhões de novas infecções; alta aconteceu em todas as regiões, menos na África; especialistas da Organização Mundial da Saúde acreditam que imunizantes atuais precisarão de ajustes para continuarem sendo eficazes contra a Ômicron e futuras variantes.  

Pandemia entra no terceiro ano e especialista brasileira fala em "otimismo, mas não complacência"
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Diretora-geral-adjunta da OMS, Mariângela Simão explica que apesar da alta nos novos casos de Covid-19, as vacinas continuam salvando vidas e situação é melhor do que há dois anos; novas variantes ainda podem surgir devido a baixas taxas de imunização em alguns países.  

Mais de 50% da população na Europa poderá ser infectada pela Ômicron nas próximas semanas
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Diretor da OMS no continente cita estimativas do Instituto de Métricas e Avaliações de Saúde; Hans Kluge explica que variante já está se tornando a dominante na região europeia, sendo reportada por 50 dos 53 países. 

Ômicron não deve ser classificada como uma variante “leve”, declara chefe da OMS
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Diretor-geral da agência afirma que 2022 começou com um “tsunami de novos casos”, com nova variante matando pessoas e deixando os hospitais superlotados; Tedros Ghebreyesus aponta desigualdade na distribuição das vacinas como maior falha ocorrida no ano passado. 

OMS: estudos apontam que Ômicron afeta trato respiratório superior
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Especialista da agência afirma ser boa notícia o fato da variante não atingir os pulmões, porém pede cautela já que mais análises são necessárias; na África do Sul, onde foi descoberta, grande subida de novos casos não levou ao aumento das mortes. 

Covid-19: vacina é segura para menores, mas OMS alerta para foco na cobertura
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Avaliação aponta que benefícios da vacina mRNA na redução de hospitalizações e mortes superam os riscos da doença em todas as faixas etárias; agência reforça a importância de ampliar a cobertura vacinal e atingir 70% da população nos próximos seis meses.