Pequenas ilhas continuam vulneráveis, diz embaixador da Guiné-Bissau

3 setembro 2014

João Soares da Gama discursou durante conferência de pequenos Estados insulares, em Samoa; representante permanente do país africano na ONU mencionou os “efeitos adversos” das alterações climáticas.

Laura Gelbert, da Rádio ONU em Nova Iorque.*

As dificuldades e vulnerabilidades dos pequenos estados insulares em desenvolvimento continuam presentes. Foi o que afirmou o embaixador da Guiné-Bissau junto das Nações Unidas, João Soares da Gama, nesta quarta-feira durante a 3ª Conferência Internacional dos Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, em Samoa.

Ele mencionou ainda os “efeitos adversos” das alterações climáticas.

Clima

“A maioria dos pequenos Estados insulares continua a deparar com os mesmos problemas. Com os novos e emergentes desafios globais, alguns deles se tornaram ainda mais vulneráveis e suscetíveis a choques externos, comprometendo, assim, todo o esforço realizado no domínio da proteção do ambiente e do desenvolvimento sustentável.”

No âmbito da reunião, a Comissão Económica para África, ECA, destacou a salinização como a maior preocupação para o país. Foram citados os impactos significativos na agricultura, que garante a subsistência a mais de metade dos guineenses e contribui de forma significativa para o Produto Interno Bruto. 

O país é considerado altamente vulnerável às inundações, às secas e ao aumento do nível do mar.

*Apresentação: Eleutério Guevane.

 

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