Após morte de soldados, ONU reitera apoios para estabilizar o Mali

23 outubro 2013

Ainda não foi confirmado número de capacetes azuis mortos no ataque a um posto de controlo do distrito de Kidal; Secretário-Geral refere que ação foi levada a cabo por um grupo de desconhecidos.

Eleutério Guevane, da Rádio ONU em Nova Iorque.

O Secretário-Geral da ONU disse que o ataque que matou soldados de paz chadianos, no Mali, não vai deter a determinação de apoiar o restabelecimento da segurança, da estabilidade e da paz sustentável no país.

Uma nota do porta-voz de Ban Ki-moon refere que a ação suicida, desta quarta-feira, foi levada a cabo por desconhecidos num posto de controlo na área de Tessalit da Missão da ONU no país, Minusma. Trata-se de uma região rural no distrito nortenho de Kidal.

Civis

Sem apontar números, o pronunciamento indica que vários elementos da missão ficaram feridos no incidente, que “aparentemente teria atingindo ainda alguns civis.”

Na nota, o Secretário-Geral envia condolências às famílias dos falecidos e deseja uma rápida recuperação aos que contraíram ferimentos.

Eleições

A força da ONU, que assumiu funções em julho passado, deve integrar mais de 12 mil homens. De acordo com agências de notícias, o último ataque suicida ocorreu em finais de setembro.

O contingente substituiu as forças francesas que conduziram uma operação contra milícias islamitas no norte, em janeiro.

Os ataques retomaram na região, controlada por rebeldes tuaregues e milícias islamitas, mesmo após as eleições presidenciais de julho.

 

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